Reprodução/Redes Sociais
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Pai de filhos envenenados ligou para família e amigos para alertar sobre crimes da esposa

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Depois que seu filho de 16 anos deu entrada no hospital com suspeitas de ter sido envenenado pela madrasta, Adeilson Cabral ligou para familiares e amigos para alertar sobre o comportamento de Cintia Mariano Dias Cabral, até então, sua esposa. Ele explica que tinha receio da mulher procurar as pessoas pedindo ajuda, já que havia cortado os cartões de crédito e número de celular que ela usava. Às 13h da próxima quinta-feira,26, peritos do Instituto Médico-Legal e da policiais da 33ª DP (Realengo) vão fazer a exumação do corpo da irmã do jovem, Fernanda, que também pode ter sido envenenada por Cintia.

Entre as pessoas para quem Adeilson ligou estão os pais de uma criança que recentemente passou pela casa do casal. Cintia Mariano participava de um projeto para acolher crianças órfãs do Rio e teria cuidado de 38 meninos e meninas desde que começou a participar do programa.

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“Liguei para eles e disse: por favor, não deixe a Cíntia chegar perto da criança. Eu não sei o que está acontecendo. Avisei outras pessoas como alguns amigos mais próximos também. Cancelei o cartão, o celular e o carro já estava comigo. Tinha medo dela fazer mal para mais alguém. É meu dever”, conta Adeilson.

A família de Fernanda Cabral autorizou a exumação do corpo da jovem para a polícia analisar se ela foi envenenada ou se ela morreu de causas naturais como se acreditava até a última semana. Fernanda era enteada de Cíntia Mariano Dias, também acusada de envenenar Bruno, seu outro enteado de 16 anos. A pedido dos familiares, o dia e hora da exumação não foram divulgados.

A madrasta suspeita de envenenar os dois enteados mandou mensagens para o pai das vítimas pedindo para que ele não lamentasse a morte da filha, porque ela não iria gostar de vê-lo assim.

“Não chora. Lembra que ela não gostava de ver você chorando. (…) Um buraco que ficou e não vai fechar nunca. Vamos aprender a conviver, mas jamais esquecer”, escreveu Cíntia Mariano Dias Cabral num aplicativo de mensagens.

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“Ela se mostrava preocupada e ia comigo em todas as visitas no hospital. Um caso surreal. Ela acabou com a minha vida. Matou minha filha e quase fez o mesmo com o meu filho. Foi por pouco”, diz Adeilson Cabral, pai de Bruno e Fernanda, que se sente culpado pelo envolvimento amoroso.

Com informações do Extra

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