Crédito: Divulgação/FPF
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FPF define nova comissão eleitoral e marca eleição para primeira quinzena de junho

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A eleição para presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) vai acontecer no dia 9 de junho. A definição da data foi divulgada nesta quarta-feira, 1º de junho, em edital publicado em todos os jornais de grande circulação de Belém. Além disso, a direção interina da entidade confirmou a nova Comissão Eleitoral, que terá os advogados Marcelo Liendro Amaral, Jaciel de Moraes Paes e Iago Felipe Simões.

Ao todo, 28 clubes profissionais de todo o estado estão aptos para votar. Sendo que, dentre eles, 14 clubes terão direto a quatro votos, outros nove clubes podendo votar três vezes e outros cinco clubes com direito a apenas um voto. Além deles, 16 clubes amadores e 32 ligas terão direito a um voto cada, totalizando os 136 votos possíveis para escolher o novo presidente da FPF.

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Ricardo Gluck Paul e Paulo Romano estão na disputa pela presidência da FPF. (Foto: Arquivo pessoal e Roma News)

Na disputa pelo cargo máximo da entidade estão Ricardo Gluck Paul, ex-presidente do Paysandu e candidato da oposição pela chapa “Unir Para Mudar – FPF Por Todo o Pará”, e Paulo Romano, ex-diretor de futebol da FPF e candidato da situação pela chapa “Futebol de Primeira”.

A Assembleia Geral para escolher o presidente que vai gerir a Federação até o final de 2025 vai acontecer de 10h às 16h na sede do Pará Clube, no bairro do Marco.

Quarta tentativa

Desde dezembro de 2021, período original para acontecer a eleição, o pleito para escolha do novo presidente da FPF já foi adiada três vezes. Na primeira delas, em 2021, a desembargadora do Tribunal de Justiça Desportiva do Pará (TJD-PA), Eva do Amaral, acatou uma ação movida pela chapa “Futebol de Primeira”, liderada por Paulo Romano, e pela Liga de Castanhal. Paulo Romano pleiteava o direito de ter os votos computados e a Liga de Castanhal contestava o processo eleitoral.

Em seguida, em janeiro de 2022, já sob o comando interino de Graciete Maués, presidente da Tuna, a eleição deveria ter acontecido em fevereiro. Porém, a não publicação do edital acabou inviabilizando a realização da Assembleia Geral.

Uma terceira data foi anunciada no meio de março, com a eleição estando prevista para o mês de abril. Porém, uma nova decisão do Tribunal suspendeu o pleito e fez com que a comissão eleitoral fosse desfeita.

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