Polícia realiza operação contra envolvidos na morte de PM no Icuí-Guajará

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A Polícia Civil do Pará deflagrou, na manhã desta sexta-feira, 3, a operação “Abismo”, com o objetivo de cumprir mandados de prisão, busca e apreensão contra acusados de envolvimento no homicídio do policial militar Luis Fernando Monteiro Ferreira, ocorrido em janeiro de 2022, no bairro Parque Guajará, em Icoaraci, distrito de Belém. A operação policial foi realizada por equipes da Divisão de Homicídios (DH) e da Delegacia de Homicídios de Agentes Públicos (DHAP).

Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária contra um homem investigado pela participação na morte do agente público. Na ocasião, outro indivíduo também foi preso, em flagrante, pelo crime de tráfico de entorpecentes. Com ele foram encontrados cerca de 60 papelotes de maconha.

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De acordo com o delegado Cláudio Galeno, titular da Divisão de Homicídios (DH), a operação é fruto de investigação instaurada para apurar o homicídio que vitimou o Policial Militar.

“Imediatamente, após o homicídio, foi deflagrada a investigação do caso. Após diversas diligências de campo e atividades de inteligência, foram identificados os executores e os partícipes que deram apoio antes e após o crime. Também foram identificados membros da organização criminosa Comando Vermelho, que teriam ordenado a morte do policial. ” explicou o delegado.

O delegado-geral da Polícia Civil do Pará, Walter Resende, destacou o trabalho realizado para investigar e punir os responsáveis pelos crimes contra agentes públicos no Pará. “A Polícia Civil tem atuado de forma incansável, junto aos outros órgãos de segurança do Estado, em ações de combate ao crime organizado. As equipes policiais estão intensificando as ações para identificar e punir criminalmente todos os responsáveis por crimes praticados contra agentes públicos paraenses.” Destacou.

A ação desta sexta-feira contou com apoio operacional de equipes do Núcleo de Inteligência Policial (NIP), da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO) e da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE).

Ainda de acordo com o delegado-geral, Walter Resende, as investigações vão continuar a fim de localizar e prender os demais envolvidos no crime.

Com informações da Agência Pará.

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