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Operação que prendeu três empresários de apostas esportivas poderá ter novas fases para identificar mais envolvidos

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Os três empresários presos na última terça-feira, 12, alvos da operação “Apate II” deflagrada pela Polícia Civil do Pará, em conjunto com a PC do Rio Grande do Sul, seguem à disposição da Justiça. O caso é investigado sob sigilo, e a operação ainda poderá ter novas fases para identificar outras pessoas, que estariam envolvidas com o crime.

Segundo as investigações, o grupo criminoso é composto por três sócios majoritários e cinco empresas. O grupo teria movimentado, em pouco mais de um ano, um valor estimado em R$ 150 milhões. A apuração policial também identificou que o grupo atua na exploração de jogos e apostas esportivas.

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Em Belém, estão presos Fernando Araújo de Castro e “Leleco”, no Maranhão, está preso o terceiro empresário, o “Fabão”. Segundo a Polícia Civil, eles eram sócios da NBet Pará, que funcionava como uma agência de apostas esportivas online e servia como lavagem de dinheiro para o tráfico de drogas.

De acordo com a delegada Ana Paula Mattos, titular da investigação, a operação foi iniciada em 2020 e investiga um complexo sistema de lavagem de dinheiro nos Estados do Pará (nos municípios de Tailândia e Belém), São Paulo e Rio Grande do Sul.

As investigações vão continuar a fim de levantar mais informações sobre a atuação do grupo, e, possivelmente, identificar outras pessoas envolvidas.

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