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Porta-voz da PM diz que munição do Bope acabou em duas horas no Alemão

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A operação policial no Complexo do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro, está no segundo dia e já deixou 19 mortos e centenas de cápsulas espalhadas pelos becos da comunidade. De acordo com o porta-voz da PM, o tenente-coronel Ivan Blaz, a grande quantidade de armas dos criminosos fez com que a munição dos agentes acabasse nas duas primeiras horas de operação

“Ontem (quinta-feira), por volta das 7h30, a munição do Bope já havia sido totalmente consumida dada a intensidade do confronto armado que se deu no Complexo do Alemão. A gente fala muito na Operação do Salgueiro, que durou a noite inteira de confronto. Mas (nela) não foi consumida a quantidade de munição que foi consumida ontem no Alemão. Eu estou falando de uma ordem de grandeza de centenas de fuzis. Não estou contando nem o contingente humano. Só falo de fuzis naquela região. Você vê equipamentos táticos impetrados pelos criminosos, barricadas medievais sendo colocadas, com espeto, soltas etc. São investimentos feitos naquela região para uma guerra”, disse o porta-voz da PM.

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Ao menos três inocentes morreram: duas mulheres e um PM. Nesta quinta-feira, 21, o tiroteio durou mais de 13 horas, impedindo que moradores fossem para seus trabalhos e crianças à escola. A PM afirma que 16 dos 19 mortos, eram suspeitos.

A ação realizada pelo Bope e pela Core é a quarta mais letal da história do Estado do Rio de Janeiro. O objetivo dos agentes, segundo a PM, seria combater o roubo de veículos, de carga e a bancos. “Precisamos entender que operações como essa representam enxugar gelo. Mas é fundamental que tenhamos alguém para enxugar esse gelo, porque se não a sociedade vai morrer afogada”, disse o tenente-coronel.

Com informações do Metrópoles

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