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Audiência de paraense que pode ser condenada à pena de morte na Indonésia é adiada

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A audiência da paraense Manuela Vitória de Araújo Farias, presa em janeiro deste ano por tráfico de drogas na Indonésia, foi adiado nesta terça-feira, 2. Segundo o advogado Davi Lira da Silva, o tradutor que ajudaria a jovem na audiência ficou doente.

Em 27 de janeiro, Manuela foi indiciada por tráfico de drogas no país asiático, que prevê pena de morte em caso de condenação. O julgamento de Manuela na Indonésia iniciou em abril, dois meses após ela ser indiciada por tráfico. A paraense tem 19 anos e foi detida com aproximadamente 3 quilos de cocaína. A jovem está no Presídio Feminino de Kerobokan.

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Quem é a jovem presa?

Manuela Vitória de Araújo Farias tem 19 anos. Segundo a defesa, ela tem residência no Pará, onde o pai mora, e em Santa Catarina, estado onde a mãe escolheu viver após o divórcio. Manuela trabalhava com a venda de perfumes e lingeries.

Ela também tem admiração pelo surfe, embora não praticasse o esporte. Ela gosta de viajar e já havia visitado Portugal e outros estados brasileiros, informou o advogado da família.

De onde e quando a jovem embarcou?

Segundo o advogado Davi Lira da Silva, Manuela embarcou em um aeroporto de Santa Catarina e passou pelo Catar. A data do embarque e em qual aeroporto iniciou a viagem, no entanto, não foram informadas.

Quando e onde Manuela foi presa com drogas?

Conforme o advogado, a prisão da mulher ocorreu entre 31 de dezembro e 1º de janeiro no aeroporto de Bali.

Qual a quantidade de droga encontrada com a jovem?

Ela foi detida com cerca de 3 quilos de cocaína, segundo a defesa. A substância estava em uma das bagagens que a jovem carregada. A droga foi descoberta pelos funcionários da alfândega quando ela passou pelo Raio-X do aeroporto, um dos mais movimentados do país. Em duas malas, a brasileira levava cinco pacotes de cocaína. Em uma bolsa Louis Vuitton, ela levava ainda quatro comprimidos de clonazepam.

O que diz a defesa de Manuela sobre a prisão da jovem?

O advogado alega que a mulher foi enganada por uma organização criminosa de Santa Catarina, que prometeu férias e aulas de surfe para ela no país asiático, e que ela foi usada como ‘mula’.

“Disseram que lá ela poderia orar nos templos para pedir a cura da mãe”, complementou o defensor. Segundo Silva, a mãe dela sofreu um AVC e está internada. “A família está muito preocupada devido à pena capital”, disse o advogado. No país asiático, ela é defendida por um defensor público.

O que diz o Ministério das Relações Exteriores sobre o caso?

O Itamaraty disse em nota que acompanha o caso: “O Ministério das Relações Exteriores, por meio da Embaixada do Brasil em Jacarta, tem conhecimento do caso e vem prestando a assistência consular cabível à nacional, conforme os tratados internacionais vigentes e com a legislação local”.

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