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Comissão Arns chega ao Pará para cobrar autoridades sobre violência contra trabalhadores rurais e comunidades

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A Comissão Arns, organização social de defesa dos direitos humanos, enviou uma delegação ao Pará para coletar informações e cobrar autoridades sobre a violência contra trabalhadores rurais e comunidades tradicionais. Um calendário de atividades iniciou neste domingo, 16. A delegação vai ficar no estado até a próxima quinta-feira, 20.

A missão ocorre após o trabalhador rural Lindomar Dias de Souza, de 51 anos, ter sido assassinado no dia 10 de abril, no município de São Félix do Xingu, no sudeste paraense, em uma emboscada feita por pistoleiros, por conta de um conflito de terras que ocorre há 15 anos.

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A Comissão Arns menciona, ainda, casos simbólicos que permanecem sem solução judicial, como o assassinato de uma família de ribeirinhos em janeiro de 2022, também no município de São Félix do Xingu.

A delegação chegou ao estado no sábado, 15. E vai visitar cinco municípios: Marabá, Eldorado do Carajás, Anapu, Altamira e Belém. Na primeira parada, os integrantes da comitiva se reúnem com lideranças para discutir casos de assassinatos, despejos e ameaças.

Na segunda-feira, 17, Dia da Reforma Agrária, a Comissão participa de um ato do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra em Eldorado do Carajás, para relembrar um massacre contra camponeses ocorrido em 1996.

Nas agendas seguintes, a Comissão Arns também pretende se reunir com a Defensoria Pública do Pará, com o governador Helder Barbalho (MDB) e com demais autoridades do poder público.

O grupo é composto por Manuela Carneiro da Cunha, antropóloga da Comissão Arns; Paulo Vannuchi, ex-ministro dos Direitos Humanos, integrante da Comissão Arns; Belisário dos Santos Jr., ex-secretário da Justiça de São Paulo, integrante da Comissão Arns; Luiz Armando Badin, advogado e ex-secretário de assuntos jurídicos do Ministério da Justiça; Leana Naiman, psicóloga; José Batista Afonso, advogado da Comissão Pastoral da Terra; Claudia Dadico, Ouvidora Agrária Nacional; e Ana Cláudia Pinho, promotora de Justiça do Ministério Público Estadual do Pará.

Com informações da Carta Capital

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