Reprodução/Ag. Pará
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Mais de 400 metros de madeira ilegal são apreendidos no Marajó

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Foram apreendido, neste sábado, 9, mais de 400 metros cúbicos (m³) de madeira em tora (a metragem exata só será definida após a finalização dos procedimentos de cubagem da madeira), uma empurradeira e duas balsas de transporte, durante ação integrada das forças de segurança pública e de agentes de fiscalização que atuam na Base Integrada Fluvial “Antônio Lemos”, em Breves, na área ocidental do Arquipélago do Marajó.

A apreensão ocorreu no Rio Vira Saia, durante a Operação “Jaburu”, deflagrada para coibir atos ilícitos nas rotas fluviais alternativas que ligam o Rio Amazonas ao Estreito de Breves.

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Os agentes faziam as rondas de fiscalização nos rios que circundam a Base Fluvial quando avistaram a embarcação (EM) “Gustavo Márcio” e as balsas “Rosinha de Roraima” e “Dona Zilda”, que haviam saído do município de Prainha, na região Oeste, com destino a Santa Bárbara do Pará, na Região Metropolitana de Belém. Durante a inspeção pelos policiais militares e agentes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) foi constatada a divergência na quantidade de toras de madeira, sendo um número maior do que especificava a nota. Diante dos fatos, o empurrador foi conduzido ao município de Portel, também no Marajó, para os procedimentos cabíveis.

Presença policial – De acordo com o titular do Grupamento Fluvial de Segurança (GFlu), delegado Arthur Braga, a apreensão é resultado da presença dos agentes de segurança pública que atuam na Base Integrada Fluvial, e das ações permanentes, que a cada mês são intensificadas, a exemplo da Operação Jaburu.

Foto: Divulgação“A equipe que atua na Base efetuou mais uma apreensão importante, no âmbito das causas ambientais e proteção da Amazônia. Diligências são realizadas diariamente, e nesta obtivemos êxito enquanto a embarcação seguia de Prainha para Santa Bárbara. A tripulação e as embarcações foram encaminhadas para Portel, e os procedimentos cabíveis serão realizados pelos órgãos competentes. Nós seguiremos com a operação, com uma forte fiscalização na área para coibir essas práticas criminosas”, afirmou o diretor do GFlu.

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