Foto: Agência Brasil
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Pará é o quinto estado que mais investiu no primeiro semestre, atesta o Tesouro Nacional

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De acordo com um levantamento do Jornal Valor Econômico, publicado nesta terça-feira, 9 , o Pará é o quinto estado brasileiro no ranking de crescimento de investimentos no primeiro semestre deste ano. O aumento dos gastos liquidados, segundo os dados divulgados, foi de 100% na comparação com o primeiro semestre do ano passado, alcançando R$ 1,73 bilhão.


Os dados foram obtidos no Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconf), da Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Os 26 estados e o Distrito Federal totalizaram um investimento de R$ 31,4 bilhões entre janeiro e junho.
Alguns fatores que contribuíram para os bons resultados no Pará são aumento da fiscalização fazendária; retomada da economia; crescimento da arrecadação; alta da inflação e valores das commodities.

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Os representantes dos órgãos da Fazenda estaduais alertam que a arrecadação foi influenciada por fatores conjunturais. Há expectativa de queda na receita do ICMS (imposto sobre circulação de mercadorias e serviços) por causa das alterações na legislação, que obrigou os estados a reduzirem as alíquotas de combustíveis, energia elétrica e telecomunicações.
“A receita própria do Estado teve um bom resultado no primeiro semestre, mas haverá queda a partir do segundo semestre nestes segmentos que tiveram redução de alíquotas. Alguns deles, como os combustíveis – que representam em torno de 30% da receita do ICMS – impactam fortemente no resultado geral”, informa o secretário de Estado da Fazenda, René Sousa Júnior.


De acordo com o secretário, o Fisco estadual definiu várias estratégias ao longo de quatro anos visando melhorar o desempenho. “Os servidores da Fazenda pública têm o grande desafio de manter a receita própria. O esforço do Fisco tem proporcionado o crescimento do recolhimento do ICMS. Atentos às mudanças de cenário, já começamos a discutir alternativas para enfrentar o próximo ano, de forma a garantir os recursos para que o Estado desenvolva obras e serviços necessários à população paraense”, acrescenta o gestor.

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