Sequestro na Augusto Montenegro: justiça mantém prisão de Yann Carlos em medida de segurança de internação hospitalar

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O Tribunal de Justiça do Pará decidiu, neste domingo, 17, manter a prisão de Yann Carlos Monteiro Barroso, em medida de segurança de internação hospitalar. Yann é responsável pelo sequestro de uma Mãe e os três filhos, que durou 17 horas na Augusto Montenegro, no mês de março, em Belém.

A decisão foi proferida após o Ministério Público do Pará entrar com pedido ao TJPA para que Yann cumprisse a pena em tratamento ambulatorial, podendo ficar em casa. Yann Carlos é considera inimputável, quando a pessoa é isenta de pena em razão de doença mental.

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Mas o Tribunal de Justiça negou o pedido e manteve Yann na internação, local onde está desde que foi preso, no Presídio Estadual Metropolitano (PEM III).

O sequestro

O fato começou por volta das 19h da última quarta-feira, 8. O homem, armado com uma faca, rendeu uma mulher identificada como Ana Júlia e os três filhos dela: uma criança de 3 anos, uma de 7 e outra de 10, enquanto eles entravam em um carro de aplicativo. No momento em que percebeu a ação, o motorista do veículo conseguiu sair e pedir ajuda.

Negociação

O local ficou cercado por viaturas da PM, Rotam, SAMU e Corpo de Bombeiros. A via permaneceu fechada nos dois sentidos Belém/Icoaraci e Icoaraci/Belém. A polícia militar tentou a todo momento negociar com o homem, mas ele seguia irredutível.

O governador Helder Barbalho, se posicionou nas redes sociais sobre o ocorrido e segundo ele toda força de segurança especializada estava trabalhando na ação.

Crianças liberadas

Às 22h50, uma das crianças mantidas reféns no veículo, foi liberada, a segunda criança foi liberada às 23h39min. Já a menina de três anos foi liberada às 10h10 min da manhã desta quinta-feira, 9. Os três foram atendidos pelo Corpo de Bombeiros.

Relato da família

Segundo a polícia, Yan estava muito nervoso e não permitia a aproximação de nenhum agente, ao menos para entregar água para as vítimas. A família dele afirmou que ele não é bandido e nem criminoso, só está doente. Uma tia de Yan relatou que a família tentou buscar ajuda para interná-lo, em vários hospitais da capital, mas não obteve êxito.

“Ele veio de Santa Catarina para cá, foi morar lá a trabalho, ele estava trabalhando, tava casado e após o término do relacionamento, piorou o surto dele”, disse Lorena.

O pai de Yan, emocionado, disse que seu filho estava em surto e que não era bandido. “Isso não foi um assalto e nem roubo, vocês viram, ele apenas surtou”, disse aos prantos.

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