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Sete pessoas são presas suspeitas de integrar organização criminosa, ameaçar e extorquir comerciantes no Pará

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A Operação Argentum, da Polícia Civil, cumpriu 12 mandados de prisão e dez mandados de busca e apreensão nos municípios de Belém, Santa Izabel do Pará, e ainda em Brusque, no Estado de Santa Catarina, na manhã desta quinta-feira, 27. Os investigados são suspeitos de integrarem uma organização criminosa e de praticarem extorsão contra comerciantes, empresários e moradores da região. Setes pessoas foram presas.

“A ação teve início através da inteligência policial que passou a investigar os diversos crimes que estavam acontecendo no distrito de Icoaraci. Os alvos e suas localizações foram identificados e os policiais montaram uma força tarefa para que a operação fosse exitosa”, informou o delegado-geral Walter Resende.

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A operação aconteceu de forma conjunta com policiais do Núcleo de Inteligência Policial (NIP), da Divisão de Homicídios (DH), da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE) e da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Brusque/SC. 

“O nosso foco eram os integrantes de uma facção criminosa que atuam nos bairros Pratinha I e II, situados no distrito de Icoaraci. Nós consideramos o resultado da operação como positivo, já que conseguimos prender sete pessoas, incluindo o homem preso no estado de Santa Catarina”, declarou o delegado Breno Ruffeil, diretor da Delegacia de Repressão a Facções Criminosas. 

Os mandados foram expedidos pela Vara de Combate ao Crime Organizado, após parecer favorável do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado, em investigação que identificou membros de uma facção criminosa com atuação no bairro da Pratinha, em Belém/PA. Ao todo, sete pessoas foram presas em cumprimento aos mandados de prisão preventiva e, desse total, três pessoas ainda foram autuadas em flagrante delito de tráfico de drogas. 

As investigações prosseguem objetivando identificar mais faccionados atuantes no estado. Para isso, a Polícia Civil pede que vítimas de extorsão denunciem os crimes através dos canais de Disque-Denúncia, 181, ou presencialmente nas delegacias. O sigilo é garantido. 

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