Bolsonaro e Lula falam sobre criação de empregos e meio ambiente durante debate

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O presidente Bolsonaro ressaltou que seu governo conseguiu “criar empregos apesar da pandemia” e perguntou como o petista pretende criar empregos no país.

Segundo o petista, ele teria mudado a forma como se mede emprego. “Na minha época contava apenas o emprego em carteira assinada”, declarou o petista, ressaltando que, caso saía vitorioso, irá visitar países na buscan de investidores internacionais, e já em janeiro irá se reunir com os governadores, “para trabalhar junto de forma harmônica”, em prol de “harmonizar a sociedade” e promover crescimento econômico.

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Meio Ambiente

Lula questionou Bolsonaro sobre o desmatamento e perguntou ao presidente sobre a “política de desmate nos biomas brasileiros, sobretudo na Amazônia”.

O candidato do PL, disse que em quatro anos do governo petista ele “desmatou mais” que seu governo, mas, foi sincero e admitiu que o desmatamento ainda está “alto” no país. Bolsonaro continuou e disse que o clima “não envolve só a Amazônia”.

De fato, a área total de floresta destruída durante os três primeiros anos do governo Lula foi superior ao comparado com o mesmo período de Bolsonaro no cargo, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que é vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.

Em números absolutos, a área desmatada na Amazônia em 2003, primeiro ano do governo petista, foi de 25,3 mil quilômetros quadrados. No ano seguinte, a área destruída cresceu para 27,7 mil km². A partir de 2005, porém, houve uma queda nesses índices. Foram 19 mil km² naquele ano, seguidos de 14,2 mil (2006).

Em 2019, primeiro ano do atual governo, a área desmatada foi de 10,1 mil km². Os índices permaneceram em ascensão no ano de 2020 (10,8 mil km²) e em 2021 (13 mil km²). O ano de 2022 ainda não estão disponíveis os dados referente ao desmatamento.

Lula então decidiu citar Marina Silva, que o acompanha no debate e que foi ministra do Meio Ambiente em seu governo, para falar sobre a redução do desmatamento na Amazônia “em quase 80%”. Disse que combateu o desmatamento “ilegal e clandestino”, que teria desarticulado aqueles que agiam à base da ilegalidade. “O Brasil se tornou altamente respeitável na questão ambiental nos meus governos”, declarou o petista, e disse que se eleito, combaterá as queimadas e o garimpo em terras indígenas.

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