Reprodução/Roma News
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Candidato ao governo do Pará, Paulo Roseira detalha planos para o esporte local; saiba mais

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Candidato ao governo do Pará pelo AGIR, Paulo Roseira foi o último entrevistado da Sabatina Roma News. Na última segunda-feira, o candidato, engenheiro de formação, esteve participando da live e conversou com a equipe de esportes do Portal Roma News sobre o que planeja para a área esportiva do Estado em caso de vitória nas urnas neste mês de outubro.

Aos 63 anos, Paulo Roseira contou que seu plano de governo para o esporte está voltado ao trabalho de inclusão social nas escolas através da prática das artes marciais. Além disso, ele pretende expandir os serviços oferecidos pelas Usinas da Paz e citou o fato de grandes nomes do esporte terem surgido no Pará e hoje isso não acontecer mais.

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“Para mim o esporte tem uma função muito interessante, a inclusão social. Uma das minhas ideias é colocar as artes marciais no ensino primário. A gente vai ampliar isso (as Usinas da Paz) para uma formação profissional do esporte. O Pará é terra do Guilherme Paraense, nosso herói abandonado, campeão de tiro, primeiro campeão olímpico, primeira medalha olímpica e ninguém nem fala nele. O Pará é a terra do jiu-jitsu. Nós temos aqui o Conde Koma enterrado no cemitério de Santa Isabel. Tive a oportunidade de conversar com Taiso Yamaha e ele falando que o avô do Taiso foi mestre do Conde Koma. Olha que coisa bonita. Nós temos aqui também o Júlio César e por aí vai. Então eu acho que o esporte, para mim que vim do esporte, é a melhor forma de inclusão social”, disse.

Questionado sobre como pretende trabalhar, se eleito, com o atual modelo de patrocínio do Governo do Estado para Remo, Paysandu e Campeonato Paraense, Paulo Roseira explicou que a ideia é sempre melhorar o que está sendo feito. Paysandu declarado, o candidato ressaltou que o Pará precisa voltar a estar nos principais cenários do futebol brasileiro e sul-americano, citando, inclusive, a época em que o Paysandu esteve disputando a Taça Libertadores da América, em 2003.

“Olha, eu sou Paysandu. Posso logo te dizer isso (risos). Então eu melhoraria isso aí, porque eu acho que o Pará não merece estar onde ele está no futebol. Nós já fomos à Libertadores. Foi um fato inesquecível e eu prometo que se eleito for eu vou levar o Paysandu e vou ajudar o Remo também para chegar na Libertadores. Eu acho que o Pará merece um local melhor para o nosso esporte”, finalizou.

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