Clube do Remo apoia campanha de doação de córnea

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Para muitas pessoas, o transplante de órgãos é a única chance de se manter vivo e o procedimento é responsável por devolver a alegria e a qualidade de vida do transplantado. Promovendo a solidariedade, o Clube do Remo em parceria com o Banco de Tecido Ocular do Hospital Ophir Loyola (HOL) apoia a campanha “Doação de Córnea: Responsabilidade Social”.

Os jogadores do Clube do Remo exibiram uma faixa na partida pela Copa Verde, no Banpará Baenão, para conscientizar e destacar a importância da sociedade para a doação de córnea, além de reafirmar o compromisso de aumentar o número de doações de córneas para fins de transplantes.

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A ideia é que a iniciativa estimule as pessoas a se tornarem doadoras. O transplante de córnea é um procedimento considerado simples e que já existe no Brasil, mas tem como maior obstáculo a falta de doadores.

O diretor de Comunicação e Marketing, Renan Bezerra, destacou a importância da campanha. “Hoje estamos trazendo para dentro de campo a importância da doação da córnea. Sabemos que ainda é um problema nacional e precisamos dialogar com a sociedade para estimular a doação. Aproveitamos esse espaço para conscientizar os torcedores, pessoas ligadas ao esporte e a sociedade como dá um todo sobre a importância da doação de córnea. Essa doação é muito importante porque ela r um novo sentido à vida para o transplantado que está recebendo. A pessoa passa a ter uma qualidade de vida muito melhor e vê a vida com muito mais cor. Então, esperamos despertar e conscientizar sobre a doação de órgãos, principalmente de córnea, aqueles que são doadores e que conversem com os familiares, amigos, sobre a doação”, disse. 

A ação estratégica renovará a esperança de quem está na fila por uma córnea, mais de 1100 pessoas no Pará. “A iniciativa busca reduzir o tempo de espera por uma doação. Identificamos doadores em potencial, mas a negativa das famílias no momento da entrevista ainda é a principal barreira para que o procedimento seja realizado”, esclarece o responsável técnico pelo Banco de Olhos, o oftalmologista Alan Costa. 

Os Bancos de Tecidos Oculares têm como função a coleta, a avaliação e a preservação da córnea. No Pará, o BTO do HOL é responsável por desenvolver essas atividades, que levam esperança a quem aguarda na fila. De acordo com o responsável técnico pelo Banco do Ophir, o oftalmologista Alan Costa, a cooperação técnica com o IMOL foi determinante para o aumento do número de captações. 

Fina e cristalina, a córnea está situada na superfície do olho e protege a visão de ameaças externas. O tecido funciona como uma lente por onde a luz entra e é focalizada. O transplante surge, então, como alternativa para corrigir doenças que afetam essa estrutura.  A doação de córnea pode ser realizada por qualquer pessoa dos dois aos 72 anos, que for a óbito. Há critérios específicos de exclusão, a exemplo de pacientes portadores de HIV e dos vírus covid-19, hepatites B e C. Os tecidos oculares podem ser retirados até seis horas após o óbito. O material é preservado no Banco de Tecido Ocular do HOL e têm um prazo de 14 dias para serem implantadas em um receptor.

Serviço – Para fazer a doação, a família pode entrar em contato com Banco de Olhos pelos fones (91) 3265-6759 e (91) 98886-8159; ou com a Central Estadual de Transplantes pelo (91) 97400-6456.

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