Clube do Remo segue à risca o clássico roteiro de time rebaixado

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Se você reparar bem, existe uma espécie de roteiro para a “saga do time grande rebaixado”. Comparando as trajetórias de Corinthians de 2007, os Vascos de 2008/2013/2015, Internacional de 2016, Botafogo de 2014, entre outros, você acha inúmeras semelhanças administrativas e esportivas.

Com a demissão do técnico paraguaio Gustavo Morínigo, o Clube do Remo começa a escrever o que pode ser a triste história de mais um rebaixamento. O Leão vai para o terceiro técnico em cinco meses. Uma atitude que marca campanhas de rebaixamentos no Brasil. A sequência de trabalho não existe, o time não evolui tecnicamente e os resultados não chegam.

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Morínigo deixou o Remo após um começo empolgante, porém, claramente se perdeu no meio do caminho, assim como deixou de ter o comando da equipe em mãos. O paraguaio comandou o Remo em 16 jogos, com sete vitórias, cinco empates e quatro derrotas. Um time que, da forma que estava, não empolgava um torcedor sequer nas arquibancadas.

Depois da saída de Ricardo Catalá e a passagem de Morínigo, o Remo continua da mesma forma: sem esquema tático, sem variações, com um time devastado psicologicamente e sem gás algum fisicamente. O Leão não consegue se impor contra os adversários e, o que era para ser um ponto de força do clube, acaba se tornando uma verdadeira panela de pressão. Os jogos no Baenão são um verdadeiro inferno para os jogadores.

Morínigo deixa um time sem esperança de coisas maiores. O legado deixado foi pouco. A exceção é a alta produtividade do zagueiro Jonílson, que passou a ter mais minutagem com o paraguaio e mostrou ser dos melhores defensores no time.

Esportivamente a temporada do Remo na Série C ainda não é para tanto desespero. O Leão está três pontos acima do Z4 e quatro pontos abaixo do G8. No entanto, os clubes gaúchos, por conta das enchentes no Rio Grande do Sul, estão com apenas dois jogos disputados. Caxias, Ypiranga e São José ainda devem somar mais pontos nos jogos atrasados.

Administrativamente, o Remo também sofre. O presidente Tonhão e o executivo de futebol Sérgio Papelin são alvos constantes de protestos da torcida. Papelin, que, em tese, chegou como a melhor contratação do time no ano, indicou e aprovou as contratações de jogadores como Ribamar, Renato Alves, Daniel, Reniê, Ícaro, Echaporã e Sillas.

Ontem, 20, em uma reunião do Conselho Deliberativo (Condel) do Remo, Papelin afirmou que 50% dos salários que estavam pendentes foram pagos. O novo técnico do Leão deve ser definido nesta terça-feira, 21.

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