John Wesley/Paysandu
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Comissão da FPF acompanha reforma de estádios para melhoria de gramados; saiba mais

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O Campeonato Paraense 2023 será rígido em relação aos gramados que vão receber os jogos da competição. De acordo com o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF), Ricardo Gluck Paul, a entidade criou uma comissão para auxiliar na reformas dos estádios para o campeonato do próximo ano. O foco principal está na qualidade dos “tapetes” das praças esportivas.

Durante entrevista ao Podzão, podcast de esportes do Portal Roma News, Ricardo Gluck Paul disse que a FPF deve aumentar o “sarrafo” na hora de fazer a inspeção nos estádios. O ponto principal disso é para que todas as praças tenha gramados em boas condições – apesar do período chuvoso que assola a região amazônica no primeiro semestre do ano – para receber os jogos.

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Modelão, em Castanhal, está em reforma total há cerca de um mês. (Foto: Reprodução/Redes sociais)

“Temos acompanhado as obras em alguns estádios que vão precisar de uma maior infraestrutura, principalmente de gramados. A Federação tem o papel de fiscalizar, acompanhar os laudos. Estamos com uma comissão que vai apoiar a obra desses estádios. Sabemos quais são os estádios críticos. O Maximimo Porpino (Modelão) está em obra em Castanhal. Já temos uma comissão que está perto para orientar essa questão de gramado, drenagem, etc. A comissão é comandada pelo Coronel Cardoso, ex-presidente do Tiradentes. Temos o Navegantão, em Tucuruí, que também está passando por obras e estamos orientando também. O gramado de Paragominas deve passar por reforma também. Esses são os mais críticos, imagino. E obviamente apertar um pouco o sarrafo. Vamos também tentar buscar uma rigidez com o cumprimento mínimo dos requisitos para que a praça possa receber os jogos”, disse.

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Outros dois estádios foram citados por Ricardo Gluck Paul durante a entrevista. No entanto, sem muita urgência de melhorias. Para ele, o Estádio do Souza, que recebe os jogos da Tuna em Belém, não precisa de reparos muitos significativos, assim como o Diogão, em Bragança, que é caso do Caeté e do Bragantino durante o Parazão.

“O Estádio do Souza (em Belém) também precisa passar por um ajuste. O gramado do Diogão (em Bragança) já é um pouco mais complicado por ser um estádio privado. O problema dele não é alagamento, é a irregularidade mesmo com gramado mais duro. Vamos procurar conversar com antecedência com o proprietário do estádio para saber o que é possível fazer para melhorar as condições”, finalizou.

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