Guamá Tratamento de Resíduos conclui instalação da Estação de Tratamento de Efluentes para aprimorar o tratamento de chorume

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Espaço, que utilizará tecnologia de Nanofiltração, atuará em conjunto com a tecnologia de Osmose Reversa que trata os resíduos efluentes e gera água de reuso em diversas atividades operacionais

A cada dia, empresas e organizações estão investindo em soluções mais inovadoras, com o uso de tecnologias em diversos aspectos – inclusive no tratamento da água. Nessa perspectiva, a Guamá Tratamento de Resíduos, responsável pela destinação e tratamento de resíduos urbanos de municípios da Região Metropolitana de Belém (RMB), possui agora uma obra completa de engenharia e investimentos voltada à operação do aterro sanitário com a conclusão da instalação da Estação de Tratamento de Efluentes (ETE).

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A empresa é um centro de recepção de resíduos sólidos urbanos, especialista no segmento de destinação e tratamento de efluentes, e além da ETE, que está em fase de comissionamento, já possui um complexo com sete equipamentos de Osmose Reversa para tratamento do chorume gerado pelos resíduos destinados ao empreendimento em Marituba. Os investimentos destinados para a ETE da Guamá Tratamento de Resíduos foram mais de R$35 milhões.

O chorume é um tipo de resíduo líquido resultante da decomposição orgânica dos resíduos no aterro sanitário e necessita de um tratamento adequado para evitar a poluição do solo e da água. Para este tipo de resíduo, a empresa possui um armazenamento impermeabilizado que direciona esses líquidos às Unidades de Osmose Reserva. A técnica trata estes efluentes por meio de processos físico-químicos e membranas, etapa que realiza a separação de substâncias contidas no chorume.

“O filtro instalado retira as partículas prejudiciais para a qualidade do efluente final. Este efluente final, obtido pelo processo de Osmose Reversa, resulta em outro efluente de alta pureza, isento de sais, minerais e demais tipos de poluição, pois a membrana de osmose tem capacidade de retenção de até 99% dos sais nela dissolvidos. É um processo de comprovada confiabilidade, tornando o reuso de efluente uma opção de sustentabilidade ambiental possível, e totalmente de acordo com a legislação ambiental vigente”, Alexsandro Santos, coordenador de ETE.

Ciclo de tratamento do chorume – físico-químico, acrescido de um sistema de stripping de amônia, osmose reversa, lodos ativados e nanofiltração

Estação de Tratamento de Efluentes

Com a nova estação, a Guamá utilizará técnicas de tratamento físico químico e biológico e terá ainda a aplicação de nanofiltração nos processos de tratamento de chorume. Tornando ainda mais eficiente todo esse processo.

“A ETE foi projetada para, em conjunto com a nanofiltração instalada, realizar o tratamento do chorume sem a dependência da osmose. Ainda assim, temos a possibilidade de se tratar por duas rotas distintas, após o tratamento biológico”, explica o coordenador. “Esses sistemas são compostos de tratamento físico-químico, acrescido de um sistema de stripping de amônia, osmose reversa, lodos ativados e nanofiltração. Toda essa tecnologia garante alta capacidade de eficiência na remoção de poluentes, que muitas vezes não conseguem ser removidos via métodos tradicionais, o qual torna a UVS Guamá uma referência no tratamento no Estado”, acrescenta Alexsandro.

ETE- Complexo com obra completa de engenharia e investimentos voltada à operação do aterro sanitário

Atendimento à legislação vigente e incentivo às políticas públicas

Segundo o diretor de Negócios da Guamá Tratamento de Resíduos, Reginaldo Bezerra, a iniciativa para a empresa é vantajosa não apenas para uso interno, mas também para diversos processos industriais, adequação à legislação vigente e diminuição dos gastos com água potável e esgoto, a partir da reutilização da água tratada. Permite também a promoção da conscientização ambiental e prevenção à poluição, seguindo os princípios da política ambiental da Guamá.

“A ETE, única no Estado do Pará, utiliza uma tecnologia sustentável, moderna e econômica que está em crescimento no mercado. Esta é uma das nossas iniciativas para avançar na agenda de uma boa governança corporativa, ambiental e social (ESG) e fortalecer, ainda mais, boas práticas sustentáveis na empresa”, afirma.

“Com a aprovação do Marco Legal de Saneamento Básico, muitas empresas se modernizaram e hoje veem os efluentes com outros olhos. Para nós, é muito importante esse olhar, pois entendemos a importância dessa tecnologia”, pontua Reginaldo. “Essa iniciativa pode ser referência para outras áreas, como hospitais, agronegócio, indústrias, influenciando ainda, em investimentos nas redes de coleta e tratamento de esgoto e de abastecimento de água, entre outros. Esta é uma condição imprescindível para que o Brasil caminhe na direção de universalizar os serviços de saneamento, por exemplo”, acrescenta o diretor.

A ETE, única no Estado do Pará, utiliza uma tecnologia sustentável, moderna e econômica Sustentabilidade nas operações e conscientização ambiental

Na unidade é tratado o chorume gerado por resíduos sólidos compactados no aterro classe II. Com os métodos atuais, são gerados, por dia, 500 mil litros de chorume, podendo chegar até 700 mil litros, dependendo do volume de chuva no entorno do aterro. Em 2021, o volume de chorume tratado chegou à ordem de 200 milhões de litros, sendo totalmente reaproveitado após o tratamento.

Com a tecnologia, a empresa economiza mais de 100 milhões de litros de água anualmente, sendo utilizada para umectação das vias. Como benefícios para a empresa estão o crescimento sustentável no negócio, aumento da vida útil dos materiais industriais e maquinário, assim como a diminuição do desperdício, contribuição com o meio ambiente, com a preservação da fauna e flora local, nascentes, rios e lagos evitando sua contaminação e contribuindo com matéria orgânica enriquecida com minerais e nutrientes.

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