Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
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Dallagnol acusa TSE de ‘vingança contra agentes que ousaram combater a corrupção’ após ter mandato cassado

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Após ter o mandato de deputado federal cassado em decisão unânime do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na última terça-feira, 16, Deltan Dallagnol se manifestou sobre a decisão e disse que “344.917 mil vozes paranaenses e de milhões de brasileiros foram caladas nesta noite com uma única canetada, ao arrepio da lei e da Justiça. Meu sentimento é de indignação com a vingança sem precedentes que está em curso no Brasil contra os agentes da lei que ousaram combater a corrupção. Mas nenhum obstáculo vai me impedir de continuar a lutar pelo meu propósito de vida de servir a Deus e ao povo brasileiro”, disse acusando o TSE.

Entenda o caso

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Durante a sessão, os ministros da corte fizeram a análise dos recursos apresentados pela federação Brasil da Esperança no Paraná e também pelo PMN, que estavam questionando a regularidade do registro de Deltan. Segundo a lei, este é o procedimento necessário para que se dispute uma eleição no Brasil.

Com relação às siglas, Dallagnol estava inelegível por conta de uma condenação do Tribunal de Contas da União (TCU), referente a gastos com diárias e passagens de outros procuradores da Lava Jato; e também por ter pedido exoneração do Ministério Público Federal enquanto estava com 15 procedimentos administrativos pendentes no Conselho Nacional do Ministério Público, os quais poderiam levar a penas como aposentadoria compulsória ou demissão.

Para os autores, a decisão de deixar a carreira antes que fossem realizadas as aberturas dos procedimentos administrativos disciplinares contra ele, tinha como finalidade burlar a Lei de Inelegibilidade e a Lei da Ficha Limpa, a qual teria lhe impossibilitado de se candidatar ao cargo que disputou, no caso, de deputado federal.

Em outubro do ano passado, Deltan foi eleito com 344 mil votos pelo Paraná. No dia 19 de outubro, o Tribunal Regional Eleitoral do estado deu parecer favorável ao registro de candidatura.

Com informações do TSE, Gazeta do Povo e G1

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