Lula promete a Fernández tentar mudar regra dos Brics para ajudar Argentina

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prometeu esforços políticos para ajudar a Argentina a se recuperar economicamente. No entanto, uma longa reunião do chefe de Estado brasileiro com o colega argentino, Alberto Fernández, nesta terça-feira, 2, no Palácio da Alvorada, terminou sem solução para questões financeiras entre os dois países.

A pauta principal da reunião, que começou pouco depois das 17h, seguiu pelo jantar e terminou por volta de 21h30, foi econômica. Lula queria propor a Fernández uma linha de crédito para que a Argentina compre produtos brasileiros. A ideia é que fosse criada uma espécie de “crédito de exportação”, um financiamento às empresas brasileiras que vendem para empresas argentinas que importam serviços e mercadorias do Brasil. O país vizinho está atrasando pagamentos a esses exportadores brasileiros.

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Ao final do encontro, no Palácio da Alvorada, a equipe de Lula convocou a imprensa e os dois presidentes falaram. Lula prometeu ajudar a Argentina “politicamente” a negociar sua dívida com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e a mudar o regulamento do Banco dos Brics, presidido atualmente pela ex-presidente brasileira Dilma Rousseff (PT), para que seja criado um fundo para ajudar países parceiros do bloco, como a Argentina.

“A reunião foi longa, difícil e ainda vamos fazer muitas reuniões dessas”, começou Lula. “Do ponto de vista político, eu e meu governo estamos solidários à luta que o governo argentino faz com relação à situação econômica argentina. Me comprometi com meu amigo Alberto Fernández a fazer todo e qualquer sacrifício que a gente possa ajudar a Argentina nesse momento difícil. Já conversamos nos Brics para ver como podemos ajudar. E pretendo conversar com o FMI, através do meu ministro da Fazenda, para tirar a faca do pescoço da Argentina”, completou o brasileiro.

Lula contou ainda que, na viagem recente que fez para a China, buscou costurar com a ex-presidente Dilma uma maneira de ajudar a Argentina, mas ouviu dela que o regulamento do Banco dos Brics não permitia esse tipo de operação. O presidente contou, então, que levou a questão para o presidente chinês, Xi Jimping, e pediu ajuda para a Argentina.

Crédito para a Argentina

O ministro Fernando Haddad explicou o projeto debatido com os argentinos mais cedo, na porta do Ministério da Fazenda. “O que nós queremos é não perder espaço de exportação para a Argentina. São mais de 200 empresas brasileiras que não só não estão exportando, como muitas não estão recebendo. Estão com o valor retido na Argentina em virtude da falta de divisas. Então, nós vamos sentar hoje para verificar se é possível levar hoje ao presidente, na reunião seguida de jantar, talvez uma solução para isso”, disse o ministro.

Com informações do Metrópoles

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