Reprodução/TV Globo
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MP denuncia madrasta acusada de envenenar enteados: ‘Agiu conscientemente com vontade de matar’

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O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou na última segunda-feira, 11, Cintia Mariano Cabral pela morte da enteada e pela tentativa de homicídio contra o enteado. Fernanda Cabral, de 22 anos, morreu em março deste ano e, segundo a polícia, o irmão dela, Bruno Cabral, de 16 anos, em maio, teria sofrido uma tentativa de envenenamento.

A denúncia entendeu que “Cíntia agiu livre e conscientemente, com vontade de matar, envenenando a comida dos enteados” e também requereu a prisão preventiva dela. O MP alega que há nos autos prova cabal da materialidade dos crimes praticados contra as vítimas Fernanda e Bruno: Após os fatos, ambas (vítimas) apresentaram, como pontuado no relatório da autoridade policial, sintomas típicos de intoxicação exógena por carbamato (chumbinho), quando verificados de forma simultânea”, diz trecho da denúncia.

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A denúncia do MP é baseada nas investigações, laudos técnicos de necropsia e nos depoimentos dos filhos de Cíntia Mariano. Lucas Mariano declarou na delegacia que investiga o caso que a mãe havia manipulado o feijão de Fernanda e Bruno, e que a mesma confessou para ele ter colocado chumbinho no prato de Bruno e que havia feito “a mesma coisa com Fernanda, tudo por amor a Adeilson”. Carla, também filha de Cíntia, revelou que sua mãe, após a vítima Bruno separar parte da comida no prato, colocou mais feijão, bem como que notou um líquido esverdeado escuro e brilhoso no prato.A promotoria reforçou que a restrição de liberdade de Cíntia é necessária para a garantia da ordem pública pois: “Os crimes por ela praticados são extrema e concretamente graves e, por terem sido praticados em sequência, após curto intervalo, indicam a inclinação da demandada à prática delituosa, a qual oferece riscos à coletividade. (…) Os crimes foram praticados em âmbito familiar e a maioria das testemunhas poderia ser influenciada pela denunciada – sobretudo os seus filhos -, o que tumultuaria e colocaria em risco a integridade da instrução probatória”, escreveu a promotora do caso.

Com informações do G1

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