O que se sabe sobre as mortes durante ajuda humanitária em Gaza

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Na manhã desta quinta-feira, 29, mais de 112 palestinos perderam a vida em meio a uma tentativa desesperada de obter ajuda básica no norte da Faixa de Gaza. A tragédia ocorreu quando multidões de civis aguardavam a chegada de um comboio de caminhões com doações após passar por um posto de controle militar israelense a oeste da Cidade de Gaza.

Os militares israelenses afirmaram que dispararam tiros de advertência, alegando que não atingiram os caminhões, mas que muitos dos mortos foram vítimas de pisoteamento ou atropelamento durante a confusão. O Hamas refutou a versão israelense, alegando evidências “inegáveis” de “disparos diretos contra cidadãos”.

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O incidente resultou em pelo menos 112 mortes e 760 feridos, conforme declarou o porta-voz do Ministério da Saúde de Gaza, Ashraf al-Qudra, sob administração do Hamas. A ONU convocou uma reunião de emergência a portas fechadas para discutir o ocorrido, onde uma declaração culpando as forças israelenses foi apresentada, mas vetada pelos EUA.

O presidente dos EUA, Joe Biden, expressou preocupação de que o incidente complicaria os esforços de negociação para um cessar-fogo temporário entre Israel e o Hamas. A França condenou o ocorrido, classificando os disparos contra civis como “injustificáveis”.

O governo brasileiro também se pronunciou, destacando a situação desesperadora da população civil em Gaza e condenando a inação da comunidade internacional diante da tragédia humanitária. Imagens dramáticas mostram milhares de pessoas ao redor dos caminhões, enquanto vídeos nas redes sociais exibem as consequências do incidente.

Este episódio trágico se desenrolou em meio a um contexto mais amplo de conflito entre Israel e o Hamas, com a ONU alertando para uma iminente fome no norte da Faixa de Gaza, onde cerca de 300 mil pessoas vivem com escassez de alimentos e água potável. O norte de Gaza enfrenta devastação após ser alvo da ofensiva israelense.

O líder da ONU, António Guterres, condenou o incidente e reiterou a urgência de ajuda humanitária, cessar-fogo e a libertação incondicional de reféns. A situação em Gaza é crítica, com relatos de desnutrição aguda entre crianças e uma preocupação crescente sobre a segurança alimentar de uma grande parte da população. A comunidade internacional é instada a agir para evitar mais tragédias.

Fonte: BBC News

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