Foto: Alan Santos / PR/Divulgação
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Saiba quem é Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro preso em operação da PF

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O tenente-coronel Mauro Cesar Barbosa Cid, conhecido como Coronel Cid, preso preventivamente nesta quarta-feira, 3, em operação da Polícia Federal que investiga fraude em dados de vacinação contra a Covid-19, tem histórico de relacionamento com a família do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Mauro Cid foi apontado como o pivô da demissão do general Júlio César de Arruda do comando do Exército, em janeiro deste ano.

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Intimidade com o ex-presidente

O militar compartilhava da intimidade na época em que Bolsonaro era presidente. Além de acompanhá-lo em tempo quase integral, dentro e fora dos palácios, Cid era o guardião do telefone celular de Bolsonaro, a ponto de atender ligações e a responder mensagens em nome dele. Também cuidava de tarefas do dia a dia da família, como pagar contas em dinheiro vivo.

Cid também é alvo de investigação da Polícia Federal, que apura se ele operava uma espécie de “caixa paralelo”, por meio de saques de recursos dos cartões corporativos, o que é negado por Bolsonaro.

Entre as contas pagas por Cid, estão faturas de um cartão de crédito adicional emitido no nome de Rosimary Cardoso Cordeiro, funcionária do Senado Federal lotada no gabinete do senador Roberto Rocha (PTB-MA). Ela é amiga próxima de Michelle, ambas trabalhavam como assessoras de deputados na Câmara e aparece em fotos ao lado de Bolsonaro e da ex-primeira dama.

Prisão

Mauro Cid foi preso na Operação Venire, que investiga uma associação criminosa acusada pelos crimes de inserção de dados falsos de vacinação contra a Covid-19 nos sistemas do Ministério da Saúde. Um mandado de prisão contra o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, e outro de busca e apreensão na casa do ex-presidente, em Brasília. A operação foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ao todo, a PF cumpre 16 mandados de busca e apreensão e seis mandados de prisão preventiva, em Brasília e no Rio de Janeiro, além de análise do material apreendido durante as buscas e realização de oitivas de pessoas que detenham informações a respeito dos fatos.

Com informações do Metrópoles

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