Reprodução/Redes Sociais
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Vídeo: Mulher entra ‘em choque’ após ouvir que ‘preto tem que morrer’ em shopping

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Neste domingo, 14, uma mulher foi vítima de racismo enquanto estava dentro de uma loja no shopping de Santos, interior de São Paulo. Identificada como Laila dos Santos, ela relatou que estava com a mãe, quando uma outra mulher passou apontando com o dedo e falando em voz alta: ‘preto tem que morrer’. Indignada com a situação, Laila chamou a Polícia Militar e a mulher foi presa em flagrante por discriminação.

De acordo com o site G1, o caso teria sido testemunhado por por dezenas de clientes que faziam compras pelo local. Em entrevista, Laila comentou o assunto.

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“Ela puxou o andador e pegou o cartão dela. Depois, passou perto da gente e perguntou ‘o que você está olhando?’”. Laila teria respondido para a moça que ela não deveria tratar a própria mãe daquele jeito. A mulher não respondeu e entrou na loja.

“Eu continuei na porta e minha mãe ficou nas primeiras araras escolhendo a compra para o Dia dos Pais. Essa menina entrou na loja, cutucou a minha mãe e apontou o dedo na cara da minha mãe e falou que ‘preto tem que morrer’. Ela falou em alto tom, e uma funcionária da loja e outras pessoas ouviram”, contou Laila.

Veja:

Ainda segundo Laila, algumas testemunhas e os agentes de segurança tentaram desestimular que a denúncia fosse feita, mas ela insistiu em chamar a PM para dar andamento ao caso.

“Todo mundo falava que isso não ia dar em nada. Mas, eu afirmei que iria até o final e ia registrar um boletim de ocorrência. Estão ofendendo e matando pessoas utilizando como pretexto laudos para fazer o que querem, e isso tem que ser impedido”. Laila diz que, por conta das falas racistas, a mãe dela “está em estado de choque até agora”.

Por fim, De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP), a mulher foi presa em flagrante por praticar discriminação. “Ela foi autuada em flagrante e encaminhada a CPJ [Central de Polícia Judiciária] de Santos onde o caso foi registrado”, informou em nota.

Com informações do G1

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