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Assentados do Baixo Amazonas recebem crédito rural de 8 milhões para plantio de bananas

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Através de projetos elaborados pelo escritório local da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater) em Monte Alegre, no Baixo Amazonas, cerca de 200 assentados da reforma agrária vão receber, neste semestre, um total de R$ 8 milhões, de crédito rural para fortalecer o plantio de banana.

Em parceria com o Banco da Amazônia (Basa) e o Banco do Brasil (BB), a projeção financeira considera um contexto dos últimos dois anos de um conjunto de ações da Emater para revitalizar a cadeia produtiva de banana, atividade da qual o município já foi o maior produtor do Pará, nas décadas de 80 e 90.  O assentamento federal Serra Azul, na Gleba Mulata, na rodovia PA-254 é o beneficiado.

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Entre as ações da Emater, Prefeitura e Secretaria  de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), constam a emissão agora de cadastros nacionais da agricultura familiar (cafs) e o  repasse no início do mês de duas mil mudas de variedades diferenciadas da fruta, além da implantação até abril  de uma unidade demonstrativa (ud) em um hectare de uma área comunitária e um diagnóstico socioeconômico, com apresentação de metas, a ser validado em meados de julho. 

Para o assentado Raimundo Silva, o atendimento da Emater combina com a temperatura de um mercado cada vez mais promissor: “Temos que aproveitar o bom momento dos negócios com a intensificação das políticas públicas que a Emater traz, para alavancar nossa produção e ampliar nossos conhecimentos”, anima-se. 

Investimentos

Os recursos da linha A do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) servirão para investimento em tecnologia, em ferramentas de manejo e em insumos.

Atualmente, com o protagonismo da Associação do Assentamento da Serra Azul (Asa), a Comunidade sedia 300 mil pés de dez variedades em 1 mil e 500 hectares, com resultado de 200 empregos diretos, 140 empregos indiretos e uma receita anual por volta de R$ 18 milhões.

“A banana é uma comercialização do ano inteiro, e existem comprador e consumo de todas as variedades. O objetivo é aperfeiçoar os sistemas de produção, com beneficiamento, por exemplo. O lucro mensal é muito significativo para o agricultor familiar”, indica o chefe do escritório local da Emater, em Monte Alegre, o técnico em agropecuária da Emater Francisco Carlos Lima, graduado em Gestão Pública.

Com informações da Ag. Pará.

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