Foto: WILTON JUNIOR/ ESTADÃO
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PF encontra documento com argumentos para estado de sítio em sala de Bolsonaro na sede do PL

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A Polícia Federal (PF) encontrou um documento na sala do ex-presidente Jair Bolsonaro na sede do PL, em Brasília, nesta quinta-feira, 8, que propõe a decretação de estado de sítio e garantia da lei e da ordem no país. O documento não está assinado e foi encontrado durante uma operação para investigar um suposto plano de golpe de Estado envolvendo Bolsonaro, militares e ex-ministros. A informação foi divulgada pela jornalista Natuza Nery, do Globo News.

Segundo a PF, o texto é uma espécie de discurso escrito que argumenta que a ruptura do Estado Democrático de Direito estaria “dentro das quatro linhas da Constituição”, expressão frequentemente utilizada por Bolsonaro em discursos públicos. O documento, apócrifo e sem autenticidade comprovada, cita até Aristóteles e alega que a resistência a “leis injustas” é um “princípio do Iluminismo”.

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O parágrafo final do texto declara o estado de sítio e decreta a operação de garantia da lei e da ordem para “assegurar a necessária restauração do Estado Democrático de Direito no Brasil”.

A Polícia Federal conduziu uma ampla operação para investigar a participação de ex-integrantes do governo, civis, militares e aliados políticos de Bolsonaro em uma tentativa de golpe que culminou com a invasão dos Três Poderes em Brasília, em 8 de janeiro de 2023.

Generais como Braga Netto e Augusto Heleno estão entre os mais de 30 alvos da operação e foram identificados como defensores da ruptura do sistema. A operação busca esclarecer a participação dos investigados nos eventos de 8 de janeiro, quando manifestantes invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes.

Como parte da operação, o passaporte de Bolsonaro foi apreendido, e ele foi proibido de falar com os investigados. O objetivo da investigação é verificar a disseminação de notícias falsas sobre o sistema eleitoral para criar condições favoráveis a uma intervenção militar que mantivesse Bolsonaro no poder.

Foto: Reprodução G1

Com informações do G1

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