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Anestesista preso por estupro é proibido de execer a profissão em todo o país

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Na última terça-feira, 12, o Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) anunciou a suspensão provisória do médico Giovanni Quintella Bezerra, preso em flagrante na madrugada do dia 11 de julho pelo estupro de uma paciente que passava por uma cesárea no Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti, município na Baixada Fluminense.

Com essa decisão, o anestesista fica impedido de exercer a medicina em todo o país. Segundo a entidade, a medida “é um recurso para proteger a população e garantir a boa prática médica”.

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Ainda está sendo instaurado no Cremerj um processo ético-profissional, cuja sanção máxima é a cassação definitiva do registro.

“Firmamos um compromisso com a sociedade de celeridade no que fosse possível e essa suspensão provisória é uma resposta. A situação é estarrecedora. Em mais de 40 anos de profissão, não vi nada parecido. E o nosso comprometimento não acaba aqui. Temos outras etapas pela frente e também vamos agir com a celeridade que o caso exige”, afirma o presidente do Cremerj, Clovis Munhoz.

A Justiça do Rio de Janeiro também decidiu converter a prisão em preventiva, com prazo de 90 dias prorrogáveis, e ficou decidido que ele seria levado para a Cadeia Pública Pedrolino Werling de Oliveira, conhecida como Bangu 8. A unidade da zona oeste recebe os detentos com nível superior.

Com informações do Metrópoles

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