Reprodução/Redes Sociais
Reprodução/Redes Sociais

Condomínio diz que juiz não mora em prédio onde juíza teria sido encontrada morta

COMPARTILHAR:
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram

O Condomínio Rio Miño, que fica na avenida Gentil Bittencourt, nº 1226, negou na manhã desta terça-feira, 17, que o caso tenha ocorrido no local. A administração garantiu ainda, que nem João e nem Monica moravam no local. De acordo com informações, o juiz João Augusto não mora no prédio há pelo menos cinco anos, e Mônica nunca teria sido vista no prédio.

Ainda de acordo com as informações, não houve nenhum registro de entrada ou saída do casal, nem mesmo como convidados. Além de não existir qualquer ocorrência notada, como barulhos distintos, brigas, ou muito menos o som de um disparo de arma de fogo.

CONTINUE LENDO...

A administração do condomínio informou ainda, que não foram encontradas nenhuma evidência de que esse caso tenha ocorrido no condomínio

Boletim de Ocorrência

De acordo com o relato do juiz João Augusto de Oliveira Figueiredo Junior relatou que encontrou o corpo da esposa dentro do carro no endereço citado, com uma perfuração por arma de fogo.

Discussão

O casal teria discutido com na noite da última segunda-feira, 16, em Belém. Segundo o Boletim de Ocorrência, Monica arrumas as malas e decidiu que iria viajar, por conta do desentendimento. João contou ainda que por volta de 6h40 desta terça-feira, 17, não encontrou a chave do veículo e pegou a reserva para ir ao trabalho.

Ao chegar na garagem, do edifício Rio Miño, percebeu que a porta do carro estava aberta e cogitou que a tinha passado a noite. Ele encontrou a esposa morta com a sua arma de fogo que ficava guardada dentro do veículo.

VER MAIS

VER MAIS