Conheça como ficará o projeto ‘Nova Doca’ para a COP 30, sediada em Belém 

O projeto também visa proporcionar um legado para a população paraense 

Publicado em 22 de julho de 2024 às 16:38

O projeto Nova Doca comtemplará uma grande área de lazer para a população
O projeto Nova Doca comtemplará uma grande área de lazer para a população Crédito: Divulgação / Agência Pará

Em novembro de 2025, as atenções estarão voltadas para Belém. A capital paraense foi escolhida para sediar a 30º Conferência das Nações Unidas Sobre Mudanças Climáticas. Para receber o evento mundial, a cidade se prepara para executar várias obras de infraestrutura, que devem deixar um legado para a população paraense. 

Um dos projetos, chamado Nova Doca, visa a reestruturação do atual canal da Doca, considerada uma das áreas mais conhecidas da cidade de Belém, localizada na avenida Visconde de Souza Franco. A Nova Doca, receberá um investimento previsto da ordem de R$ 310.830.390,25, provenientes do Consórcio Nova Doca, um convênio entre a Itaipu Binacional e o Governo do Pará, que realizará a reestruturação por meio da Secretaria de Estado de Obras Públicas (SEOP). 

O espaço vai passar por uma grande transformação. Em torno de 1,2 quilômetros de canal, um parque linear contínuo será criado, com novos espaços públicos de lazer e esportivo no entorno. Um novo tratamento ambiental e paisagístico, no curso d’agua no canal, que será preservado. 

A Nova Doca também vai proporcionar uma passarela metálica com mirante, quiosques para lanche, jardins de chuva, área para piquenique, espaço para eventos, espaço pet, urbanização viária, playground, academia ao ar-livre e fonte interativa. A avenida Visconde de Souza Franco também passará por mudanças, receberá um novo asfaltamento em torno de 2.400 metros, construção do novo sistema de drenagem de chuva e rede de esgoto sanitário, ciclovia, sistema de energia limpa, além da substituição de seis comportas para controle de água de maré. 

As obras também incluem uma rede de drenagem de coleta de esgoto, drenagens de águas da chuva e também vai contar com iluminação sustentável, por meio da energia solar e iluminação 100% com LED, de acordo com a gestão estadual. As obras do primeiro módulo iniciaram em maio deste ano.